Águas dos olhos

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segunda-feira, 23 de abril de 2012

“… Sou, gota por verter”

“… Sou, gota por verter”
Publicada por Unknown à(s) 20:38 Sem comentários:
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"Para lá de mim...


Largarei uma voz que se ilumine
sobre os contornos da minha Alma;
Para que o tempo, em mim, jamais termine
E me dê suas fontes serenas,
Num cálice de eternidade...

Acerca de mim

Unknown
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“Moldes”


- Encontrei quando perdi


Basta-me um brilho nos olhos
Feito de luz e de vida
Logo elevo meus sonhos
Marcados em prosa antiga

- Apenas, para tal sonhei

Palavras feitas cantigas
No tecto do Mundo, instantes
Vozes aladas, mendigas
Trovas caídas, marcantes

- Dos brilhos, muitos amei

Para que em mim urgissem escuridades
Apanhei dons no pensamento
Entre tempos de meia-idade
Levantando noites de tormento

- Em pesadelos não direi

Para que não me adivinheis
Nos lentos me fui murando
Veredas, que em cor de sangue
Levaram meu ser navegando

- E, perdi quando encontrei.


***

“Escuro vertido”(1/4º)

Devendo ao peito, tombos de ansiada
Pendem braços, inspirações
Cabo de torre pendurada
Tristes vozes, lamentações...

“Despido de ti”



Tuas lágrimas caíram nas minhas mãos
Sem caminho ao temporal mudar
Fragas ao vento, veios de mansidão
Águas que o peito pode acordar
Agora:
Dá-me palavras desataviadas
Amados infelizes
Quando existência, não é nada
Onde cai o mar que me serviu
Pompeio banhado de despedida
No meu peito chorou e subiu
Júbilo azuláceo, fonte de vida.

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Em Nome do Verdadeiro Amor

Em Nome do Verdadeiro Amor
Pela manhã, o beijo, no teu rosto, acorda a Primavera em todo o esplendor; para abrir, em mim, todos os campos da quimera. Na tua pele, rondam os planaltos mais iluminados e, em mim, no meu mais profundo, pairam os sentidos, ludibriados, de paz silvestre. Afinal sou eu quem erra. O digo com muita alegria; pois que um olhar sereno se liberta dos teus olhos como um sorriso: O sorriso da minha espera. Uma história verídica onde o autor introduz imagens saídas da imaginação, tornando-a assim num drama de ficção.

Poemas E Prosas

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